
As mudanças na vida de cada um de nós, atordoam pensamentos e ferem sentimentos tal como podem dar aquele ar de magia, tornar uma grande nuvem negra num lindo arco-íris e fazer com que o nosso percurso por essas infinitas e ilimitadas estradas, seja mais caloroso.
Enquanto uns sonham, outros vivem presos a ameaças vindas de um lugar longínquo, presos a um medo conhecido por muitos e incrivelmente temido por muitos mais ainda.
Sinceramente, não entendo como é que a morte pode ser algo tão sórdido para tantas pessoas. É um tabu que se evita mas que é inevitavelmente um componente nosso quer queiramos quer não.
Acredito e sei, que por entre as portas que se abrem e fecham no decorrer da minha vida, da tua, da nossa, muitos serão os sustos que apanharemos, os medos que nos correrão no nosso sangue e muitas serão as lágrimas que derramaremos por nosso conta e por conta de outros que nos são queridos.
Não anseio ver o futuro dos meus pés porque não tenciono caminhar a passos largos, com pressa de viver e querer, na ansiedade que amanhã já não estarei aqui. Por vezes vagueio, por outras compenetro-me em objectivos. Entre outras vezes desiludo-me e choro e grito com raiva, com paixão, com garra, sem rancor, sem mágoa mas com aquele sentimento de perda.
Sim, infelizmente, bate forte, sente-se instantaneamente aquele choque térmico que nos magoa a tempo inteiro para toda a vida ou que é parcial do qual recuperamos ao longo do tempo.
No meu caso, acho que já tive choques térmicos de ambos os tipos mas talvez isso ainda não me tivesse chegado para entender que nem sempre o coração está certo.
Não quero aprofundar até porque é assim que deve ser feito, quero sim dizer que, ao longo das margens de um rio que, para vocês é e sempre será desconhecido, há palavras que o acompanham. Nunca palavras vulgares, mas sempre complementares ao meu ser.
Sou um mundo desconhecido, conheço-me há pouco tempo. São 23:30h e já com um ar pesado pelo dia e pela emoção de cada vivência do mesmo, arrasto-me até à fria cama nesta noite de Inverno onde um ser se juntará a mim. Ele é indefinido, pouco perspicaz mas foi o ser que escolhi para comigo partilhar uma série de aventuras e uma série de palavras que nunca nos deixarão sob o olhar atento da realidade.
Mais tarde, talvez amanhã, o mundo saberá mais ..
.
Enquanto uns sonham, outros vivem presos a ameaças vindas de um lugar longínquo, presos a um medo conhecido por muitos e incrivelmente temido por muitos mais ainda.
Sinceramente, não entendo como é que a morte pode ser algo tão sórdido para tantas pessoas. É um tabu que se evita mas que é inevitavelmente um componente nosso quer queiramos quer não.
Acredito e sei, que por entre as portas que se abrem e fecham no decorrer da minha vida, da tua, da nossa, muitos serão os sustos que apanharemos, os medos que nos correrão no nosso sangue e muitas serão as lágrimas que derramaremos por nosso conta e por conta de outros que nos são queridos.
Não anseio ver o futuro dos meus pés porque não tenciono caminhar a passos largos, com pressa de viver e querer, na ansiedade que amanhã já não estarei aqui. Por vezes vagueio, por outras compenetro-me em objectivos. Entre outras vezes desiludo-me e choro e grito com raiva, com paixão, com garra, sem rancor, sem mágoa mas com aquele sentimento de perda.
Sim, infelizmente, bate forte, sente-se instantaneamente aquele choque térmico que nos magoa a tempo inteiro para toda a vida ou que é parcial do qual recuperamos ao longo do tempo.
No meu caso, acho que já tive choques térmicos de ambos os tipos mas talvez isso ainda não me tivesse chegado para entender que nem sempre o coração está certo.
Não quero aprofundar até porque é assim que deve ser feito, quero sim dizer que, ao longo das margens de um rio que, para vocês é e sempre será desconhecido, há palavras que o acompanham. Nunca palavras vulgares, mas sempre complementares ao meu ser.
Sou um mundo desconhecido, conheço-me há pouco tempo. São 23:30h e já com um ar pesado pelo dia e pela emoção de cada vivência do mesmo, arrasto-me até à fria cama nesta noite de Inverno onde um ser se juntará a mim. Ele é indefinido, pouco perspicaz mas foi o ser que escolhi para comigo partilhar uma série de aventuras e uma série de palavras que nunca nos deixarão sob o olhar atento da realidade.
Mais tarde, talvez amanhã, o mundo saberá mais ..
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